Bitcoin a 10% de dominar o mercado financeiro mundial em valorização


1 min de leitura
19 Feb
19Feb

A alta no preço do Bitcoin, que tirou a criptomoeda da marca de US$ 10 mil em novembro de 2020 e trouxe o criptoativo para mais de US$ 50 mil atuais está fazendo o BTC competir com o ouro em termos de reserva de valor.Isso porque os investidores institucionais estão devorando o Bitcoin. No momento, quase 3% dos Bitcoins em circulação pertencem a investidores institucionais.Além disso, dados mais recentes mostram que 24 entidades acumularam mais de 460.500 BTC. 

Agora, os analistas acreditam que manter o Bitcoin em tesourarias logo se tornará um padrão corporativo. Afinal, já existem várias razões técnicas para ver a moeda digital líder como uma proteção contra a inflação.

Bitcoin muito perto do ouro

O suprimento finito do Bitcoin é uma característica que o faz ser similar ao ouro no que diz respeito à reserva de valor.Da mesma forma, a impossibilidade de acelerar a geração de novos suprimentos deixa o Bitcoin no mesmo patamar do ouro.E foram justamente essas características e a identificação como reserva de valor que impulsionaram o preço do BTC. 

Paralelamente, o valor de mercado do criptoativo disparou e, atualmente, está próximo a US$ 1 trilhão. Ou seja, algo bem próximo a 10% do valor de mercado do ouro.No cenário mais global, o Bitcoin está em 8º no ranking dos ativos por valor de mercado. Com isso, já superou corporações com Tesla, Tecent e até o Facebook.

Ranking dos ativos por valor de mercado


Portanto, se no passado, comprar Bitcoin poderia ter sido visto como um movimento incrivelmente ousado, agora está se tornando senso comum para investidores institucionais.Com uma estimativa aproximada de US$ 10 trilhões de tesouraria corporativa em todo o mundo, uma alocação de 3% em BTC representa US$ 300 bilhões. E isso é cerca de um terço do valor agregado do Bitcoin em dinheiro líquido.Assim, considerando que mais de 60% da oferta de Bitcoin não mudou de mãos em mais de um ano, um influxo de US$ 300 bilhões é quase inimaginável para um ativo com US$ 355 bilhões em free float.